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Diz-lhe que não


Sabem quantas vezes eu já disse que a minha vida amorosa dava um livro?! Imensas! E o Diz-lhe que não é mesmo esse livro!
Cada capítulo faz lembrar uma determinada personagem que se cruzou no meu, ou no nosso, caminho. Todas temos, no mínimo, um Sem Cojones. Aliás, quase todos os homens não os têm no sítio, ou sou eu que tenho mesmo azar!
Já o Pila Pequena fez-me ir ao baú e lembrar-me o meu "Queres pila?". (Não sei se a pila desse era pequena ou não, porque não quis pila, mas um dia aprofundo este assunto).
Sem dúvida que é  um livro devorador, que mal o começamos, nunca mais conseguimos parar.
É a prova que se calhar os homens são todos iguais e que todas nós sofremos devido a isso. Afinal, vivemos realidades diferentes, conhecemos homens diferentes, porém, no fim, as histórias que encontramos neste livro são bastante semelhantes às da nossa vida. E nós, mulheres, também somos iguais, queremos todas o nosso Happy End.
Resumidamente, o Diz-lhe que não ajudou-me a pegar nos cacos restantes do meu coração, provenientes da última vez que o entreguei. Percebi que não estava sozinha nisto.
Sem esquecer, que é o livro que vou emprestar àquela amiga próxima dos 30, super, hiper, mega inocente (já lhe disse que ela não deve ser deste mundo), que ainda tem muita fé nos homens e que estes são isentos de segundas intenções.
Às vezes até eu gostava de acreditar nisso.

Helena, parabéns por este livro fantástico!

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